sexta-feira, 4 de março de 2011

Molduras

A eternidade...
Fato genérico do irreal...
Como a falta de cores
Em meio ao quadro mais bonito
Este agora sem grandes conclusões...

Mero desenho, é o que tornastes
Tamanha beleza, que agora, foi jogada fora
Discartada como versos e prosas
de um artista insatisfeito...

O tempo passou
E agora só vejo as linhas daquele que era
O mais lindo trabalho feito...

Nem mesmo as molduras préviamente criadas
Escapam deste efeito que passam a ser agora
colateral...
Linhas e cores, discartadas
de um artista insatisfeito...

Este possui direito autorais, é CRIME COPIAR SEM PRÉVIA LIBERAÇÃO. Obrigado!

Um comentário:

  1. Simplesmente fantástico! Adorei a leveza desse poema. Adorei!

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